Direito
do idoso: Um dever da sociedade
O
documentário referente ao Direito do
idoso: um dever da sociedade, produzido pela aluna Marijane Mendes, ficou
muito prazeroso de assistir, além de levantar uma temática social, muitas vezes
esquecida pela sociedade, o documentário teve caráter informacional; a respeito
de todas as informações que precisam ser transmitidas para que possamos
entender o universo do Idoso. Entre elas, sobre o que diz o estatuto do idoso,
10 anos que entrou em vigor; dados estatísticos de quantos idosos existem na
cidade de João pessoa, sendo considerada a terceira capital do Nordeste com
mais idosos, equivalente a 74.635 habitantes, com uma porcentagem de 62% do
sexo feminino e 38% do sexo masculino.
Outra abordagem que
achei interessante foi a retomada do estatuto do Idoso, explicando o código que
regula os direitos dos idosos; informando a aprovação pelo congresso nacional, sete
anos depois de tramitação. Porque é uma forma de direcionar quem está
assistindo sobre como está à situação atual. Especificando que os direitos que
mais avançaram foram os que afetaram os idosos autônimos. Além da explicação
médica do processo natural do envelhecer, o que ocorre com o organismo a partir
dos 30, os sinais mais aparentes a partir dos 60, e a queda do desempenho do
organismo aos 80 anos.
Além de retomar os
direitos adquiridos; como passagem gratuita e assentos preferenciais e
questionar como estes serviços estão sendo oferecidos. As opiniões divergentes
de dois idosos, José Iran, 68 anos, afirma que os motoristas devem ter mais
respeito com os idosos, exigindo que reforcem a garantia dos assentos
preferenciais, já que muitas vezes a consciência das pessoas não permite. Já
Severina de Castro, 73 anos, declara que toda vez que ela pega o ônibus alguém
oferece o lugar, mesmo quando ela pensa
que vai fazer a viagem em pé.
A escrita e produção
da própria Marijane Mendes, como única integrante do grupo, contando apenas com
a ajuda do esposo para filmar e editar. Percebo que a aluna se envolveu
socialmente com o trabalho, assim como me envolvi e a maioria dos meus colegas,
deixando de lado a questão burocrática de apenas uma nota curricular. Confirmo
esta constatação, pela própria escrita envolvente e direta, preocupada com a
riqueza dos detalhes; uma frase que me chamou muita atenção “Se a vida não trouxer nenhum contratempo, a
velhice desejada ou não será inevitável”. Porque ouço colegas e muita gente
fútil na rua dizendo que não querem envelhecer.
A mesma retratou os principais fatores que
levam um idoso a residir na Instituição de longa permanência, vulgo asilo.
Entre eles: 1- pessoas totalmente carentes sem nenhum vínculo familiar, 2- o
componente familiar não existir mais, 3- a família não ter mais condições de se
dedicar ao idoso pela questão de sair para trabalhar, 4- vir por vontade
própria, 5- o último e mais doloroso, ser resgatado por determinação judicial
por ser vitima de maus tratos.
Através do conselho
municipal da pessoa idosa, informando as formas de denunciar o abuso contra o
idoso, os direitos e leis que coíbam esse tipo de atitude, além de encaminhar o
idoso para uma instituição séria, a exemplo da Vila Vicentina Julia Freire em
João pessoa, que fazem esse trabalho
social belíssimos e consideram cada integrante um membro da família, o presidente
da Instituição relata que a instituição persiste por conta da colaboração de
muita gente, uma equipe especializada, que vão de médicos, fisioterapeutas, grupos
de jovens, pois as dificuldades de administrar e fazer milagre com a verba da
instituição são enormes, porém ressalta que a maior ajuda, é representada
pelo mais simples sorriso, um ouvido
colaborador com esses idosos que têm muita história fantástica para
compartilhar, experiência e necessidade de afeto e acolhimento .
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