Ela o policiava constantemente. Era uma forma meio vaga de saber dele. Ela sempre procurava pistas dela nas coisas dele. Como ele sempre fazia. Expectativa frustrada. Não tinha nada a mais do que piadinhas escrotas, comentários políticos e zilhões de opiniões esportivas. É como se ele tivesse prometido a si mesmo que ia deixar pra lá. Foi o que ele fez. Embora ela sentisse falta de um mimo virtual, atitude um pouco egoísta, ingênua, mas ela não tirava sua razão. Ele precisava disso. Ela precisava entender isso.
Ela sentia falta dele, mas sua liberdade e necessidade era muito mais forte do que sua presença cheia de cobranças. Ela viveu sua vida. Conheceu gente nova, interessante e passageira. Ele acreditou e focou no que ele achava ter de melhor. A objetividade e determinação o ajudou bastante, paralelamente com o desejo de mudar de vida, que resultou no seu sucesso. Ela ficou sem reação mas feliz. Com um sorriso nos lábios. Ela ficou orgulhosa dele, mas de que ia adiantar?.Ela não poderia se reaproximar do nada. Já que ele sempre foi irritadamente claro, nas suas intenções ao seu lado. Mas ela precisa ligar, se não enlouqueceria. Relutou vários dias. Não conseguia estudar, nem se concentrar. Ferrou-se.
Não há coisa que ela mais odeie nesse mundo, que não conseguir comprir pelo menos o que foi planejado nas próximas horas. Estudar no caso. Ela não podia se dar ao luxo de estudar em velocidade de tartaruga. Afinal, ela estava entre a cruz e a espada, por ter largado um curso com a cara e a coragem. Então foi chegando os sinais. Sim! os sinais, ela acreditava nisso. Que menina boba!
Primeiro encontrou com a mãe de uma amiga dela, que confirmou a cidade que ela suspeitava que ele viajaria. Depois viu um vídeo da irmã do cidadão. Tocava Ana Carolina, timbre difícil de saber reproduzir, num é que a guria mandou muito bem! Ela até lacrimejou. E por último, como o bom senso sempre batia a sua porta, queria um encontro casual, num show local, já pra não criar expectativas. Os dois até foram, mas não se esbarraram. Nada feito. E agora?. Ela bem que tentou fugir dos sinais, mas não deu certo. Finalmente, ela mandou uma ridícula mensagem. Nunca se passou tanto. Prato cheio pra ele. Mas tudo bem, ele merecia ouvir isso, faz parte. Ele não atendeu. E as minhocas começaram a surgir. Ela pensava : "tudo bem, fiz minha parte". Algumas horas depois ele retorna. Aquele sensação constrangedora invade a fala. Palavras bobas, frases idiotas, mas sinceras são ditas. Ela disse que sentia saudades. Talvez ele não acreditasse no que estava ouvindo, nem ela mesmo sabia o que estava soletrando. Enfim, eles surprienditemente marcaram de se encontrar. Ela estava afim de ver o mar. Sempre faz isso quando está em crise. Então foram á praia. Trocaram poucas palavras, á princípio. Ele tentava se aproximar. Ela até entender o que estava acontecendo, se esquivava. Trocaram idéias, sobre perspectiva do futuro para ambos. Depois de um tempo, ela cedeu. Afinal, alguém tem que ceder. Talvez, deram um beijo com gosto de saudade.Este sentimento sempre a assutava. Tinha medo das dolorosas consequências. O elo de ligação entre eles era muito forte, apesar dela tentar estabelecer regras, ela não podia controlar os sentimentos ali envolvidos, embora adormecidos. Aquele primeiro de outubro foi um dia especial. Teve seus momentos pertubadores, mas fazendo uma análise geral, foi uma tarde leve, o vento agradável a descabelava, mas ela apenas sorria.
Algumas semanas se passaram, a vontade dela de estar perto foi maior do que o medo da responsabilidade que tanto á angustiava. O desejo dele de fazê-la sorrir, era uma forma dele se sentir bem também. Apesar de todos os porém, só ela conseguia fazer isto. E ele se sentia meio bobo por isso. Ela apenas se sentia especial. Nunca tripodiou disso. O apoio dele era fundamental pra ela. Embora ela sempre se achasse auto-suficiente. Ela é um pouco orgulhosa tá!.Ele ficava puto com isso. Ela precisava de um refencial pra ela conseguir. Deu certo!. Ela cozinhou, refogou e temperou o juízo dele por alguns mêses. Ele mereceu, já que não sabia esperar, e acabava prejudicando-a.
Apesar de aparentar ser tudo um mar de rosas, essa história é bem complicada, mas estão levando, construindo, aprendendo juntos. Sabendo estabelecer limites, respeitar o espaço do outro. Porquê é essencial saber lidar com a liberdade e necessidade que o outro precisa ter, até pra martelar seus próprios devaneios. E assim eles estarão juntos, até onde eles se permitirem, e não a imposição de um deslocamento geográfico, nem que para isso tenham que atritar as pontas dos dentritos, surgindo literalmente,"uma luz" gerando uma solução, basta querer.
Ps: Ela apenas o usava pra escrever uma boa história
Risos...
Não há coisa que ela mais odeie nesse mundo, que não conseguir comprir pelo menos o que foi planejado nas próximas horas. Estudar no caso. Ela não podia se dar ao luxo de estudar em velocidade de tartaruga. Afinal, ela estava entre a cruz e a espada, por ter largado um curso com a cara e a coragem. Então foi chegando os sinais. Sim! os sinais, ela acreditava nisso. Que menina boba!
Primeiro encontrou com a mãe de uma amiga dela, que confirmou a cidade que ela suspeitava que ele viajaria. Depois viu um vídeo da irmã do cidadão. Tocava Ana Carolina, timbre difícil de saber reproduzir, num é que a guria mandou muito bem! Ela até lacrimejou. E por último, como o bom senso sempre batia a sua porta, queria um encontro casual, num show local, já pra não criar expectativas. Os dois até foram, mas não se esbarraram. Nada feito. E agora?. Ela bem que tentou fugir dos sinais, mas não deu certo. Finalmente, ela mandou uma ridícula mensagem. Nunca se passou tanto. Prato cheio pra ele. Mas tudo bem, ele merecia ouvir isso, faz parte. Ele não atendeu. E as minhocas começaram a surgir. Ela pensava : "tudo bem, fiz minha parte". Algumas horas depois ele retorna. Aquele sensação constrangedora invade a fala. Palavras bobas, frases idiotas, mas sinceras são ditas. Ela disse que sentia saudades. Talvez ele não acreditasse no que estava ouvindo, nem ela mesmo sabia o que estava soletrando. Enfim, eles surprienditemente marcaram de se encontrar. Ela estava afim de ver o mar. Sempre faz isso quando está em crise. Então foram á praia. Trocaram poucas palavras, á princípio. Ele tentava se aproximar. Ela até entender o que estava acontecendo, se esquivava. Trocaram idéias, sobre perspectiva do futuro para ambos. Depois de um tempo, ela cedeu. Afinal, alguém tem que ceder. Talvez, deram um beijo com gosto de saudade.Este sentimento sempre a assutava. Tinha medo das dolorosas consequências. O elo de ligação entre eles era muito forte, apesar dela tentar estabelecer regras, ela não podia controlar os sentimentos ali envolvidos, embora adormecidos. Aquele primeiro de outubro foi um dia especial. Teve seus momentos pertubadores, mas fazendo uma análise geral, foi uma tarde leve, o vento agradável a descabelava, mas ela apenas sorria.
Algumas semanas se passaram, a vontade dela de estar perto foi maior do que o medo da responsabilidade que tanto á angustiava. O desejo dele de fazê-la sorrir, era uma forma dele se sentir bem também. Apesar de todos os porém, só ela conseguia fazer isto. E ele se sentia meio bobo por isso. Ela apenas se sentia especial. Nunca tripodiou disso. O apoio dele era fundamental pra ela. Embora ela sempre se achasse auto-suficiente. Ela é um pouco orgulhosa tá!.Ele ficava puto com isso. Ela precisava de um refencial pra ela conseguir. Deu certo!. Ela cozinhou, refogou e temperou o juízo dele por alguns mêses. Ele mereceu, já que não sabia esperar, e acabava prejudicando-a.
Apesar de aparentar ser tudo um mar de rosas, essa história é bem complicada, mas estão levando, construindo, aprendendo juntos. Sabendo estabelecer limites, respeitar o espaço do outro. Porquê é essencial saber lidar com a liberdade e necessidade que o outro precisa ter, até pra martelar seus próprios devaneios. E assim eles estarão juntos, até onde eles se permitirem, e não a imposição de um deslocamento geográfico, nem que para isso tenham que atritar as pontas dos dentritos, surgindo literalmente,"uma luz" gerando uma solução, basta querer.
Ps: Ela apenas o usava pra escrever uma boa história
Risos...

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